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  Sabor de Bolso

Outono é sinónimo de comida quentinha. Têm estado dias tão frios, mas tão frios, que só sabe bem uma sopa ou um creme...

E quando temos em casa uma abóbora e courgette caseirinhas, não se pode desperdiçar!

Para um toque original e um calor subtil, juntei o gengibre e a combinação ficou espectacular!

#104 | Creme de Abóbora, Courgette e Gengibre 

Ingredientes (para 6 pessoas)

. 400 gr de abóbora descascada e cortada em pedaços
. 1 courgette média cortada em pedaços
. 1 colher de chá de gengibre
. Água
. Azeite
. Sal

Preparação

1. Num tacho, colocar a abóbora e a courgette com um fio de azeite, e cobrir com água.
2. Deixar cozinhar durante 25 minutos ou até os legumes estarem tenros.
3. Temperar de sal.
4. Triturar a sopa até ficar um creme, adicionar o gengibre, rectificar o sal e voltar a triturar.



Em 25 minutos (mais ou menos), têm uma refeição aconchegante, que vos abraça o estômago.

Se não gostarem de gengibre, basta não o porem e continuam com uma sopa maravilhosa.

Eu gostei do kick que o gengibre dá, não corta a doçura da abóbora, mas complementa-a muito bem.

A courgette é uma óptima substituta da batata e, como tem um sabor suave, não mascara a abóbora.

Experimentem que não se vão arrepender!

A minha sugestão vai para juntarem, por cima, uns frutos secos torradinhos. Vai ficar cinco estrelas! :)

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Eu e massas não nos damos muito bem. Há qualquer coisa nelas que não gosta de mim :p

Mas uma pessoa não pode desanimar e vai tentando fazer algumas coisas mais simples e boas, para ver se a relação começa a resultar :)

Desta vez, a batalha foi com a massa filo. Fui à tradicional mistura de maçã e alheira, num cestinho de massa filo. E não é que ficou bom?

#103 | Cesto de Alheira e Maçã

Ingredientes (para 4 pessoas)

. 100 ml de água
. 35 gr de manteiga
. 650 gr de maçãs Granny Smith, descascadas, descaroçadas e em pedaços (eu utilizei 3 maçãs grandinhas)
. 1 maçã Granny Smith, descascada e cortada em cubinhos de 0,5 cm
. Sal
. 1/2 alheira
. 4 gemas (testei com ovos de galinha e codorniz)
. Tomilho
. 120 gr de massa filo

Preparação

1. Num tacho, levar ao lume a água, manteiga, 1 pitada de sal e as 650 gr de maçãs, e tapar.
2. Em lume médio, deixar cozinhar até as maçãs estarem molinhas (demorou-me mais ou menos 10 minutos).
3. Triturar a mistura até ficar um puré. Se necessário, passar a mistura por um peneiro para ficar mais suave (eu usei a varinha mágica e não passei). Reservar.
4. Pré-aquecer o forno a 180º. Retirar a pele à alheira, parti-la em pedaços e saltear sem gordura.
5. Adicionar os cubos de maçã e o tomilho e deixar ganhar cor, mexendo. Reservar.
6. Cortar a massa filo em quadrados, num tamanho que vos agrade para os cestinhos. (Conforme vão cortando, mantenham o resto da massa dentro dum pano húmido, para não secar).
7. Dispor várias camadas de massa filo, umas em cima das outras, pincelando com azeite ou manteiga derretida entre cada camada (eu fiz 4 camadas e pincelei com azeite).
8. Numa forma de muffins untada, colocar as folhas de massa filo, uma a uma, até fazer um cestinho (vão rodando as folhas conforme as vão colocando, para terem cestinhos com, pelo menos, 4 bicos).
9. Levar ao forno até alourar (demorou-me 5 a 7 minutos).
10. Deixar arrefecer um pouco e desenformar.
11. Colocar um pouco de puré de maçã dentro do cesto. Por cima, colocar alheira e cubos de maçã.
12. Com muito cuidado, colocar um gema no topo, sem a partir.
13. Levar ao forno durante 2 a 3 minutos, de modo a que a película da gema coza, mas o interior permaneça líquido.







Nas fotos, vêem os diversos testes que fiz e podem ver que isto não é uma cozinha perfeita. Nem sempre corre como nós queremos, mas não é por isso que se desiste!

Nalguns testes, a gema quebrou. Noutros, cozeu demais. Mas nem por isso, ficou menos bom!

O doce da maçã, o salgado da alheira, o aroma do tomilho e a riqueza da gema, formam um quarteto de sabores perfeitos, numa fantástica harmonia. A massa filo confere textura, com o crocante, e dá um toque de torrado, que liga muito bem!

Podem confeccionar todos os elementos com antecedência (com excepção da gema) e, no fim, finalizar no forno!

Entrada simples, mas elegante. Elaborada, mas rápida. Há lá melhor combinação? :)

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E volta mais um dos favoritos cá de casa: A pannacotta. Sim, já cá existem umas quantas, mas sempre diferentes!

Desta vez, veio um amiguinho ajudar à cremosidade: O iogurte grego.

E para não ser sempre açúcar, substituiu-se por mel, que sempre é mais saudável.

E saiu uma bela sobremesa!

#102 | Pannacotta de iogurte e mel com molho de laranja
Ingredientes (para 4 pessoas)

Pannacotta

. 250 ml de natas
. 125 ml de mel
. 60 ml de água a ferver
. 3 colheres de chá de gelatina em pó neutra
. 500 gr de iogurte grego natural

Preparação

1. Untar 4 formas com óleo e colocá-las num tabuleiro para ir ao frigorífico mais tarde.
2. Aquecer as natas com o mel, mexendo de vez em quanto, até o mel se dissolver.
3. Numa taça, colocar a água a ferver e polvilhar a gelatina por cima, mexendo com um garfo até se dissolver. Reservar durante cerca de 5 minutos.
4. Adicionar a gelatina à mistura das natas e mexer até se dissolver. Reservar por 30 minutos para arrefecer.
5. Adicionar o iogurte e misturar até ficar homogéneo.
6. Dividir a mistura pelas formas e levar ao frio até solidificar (pelo menos 4 horas ou de um dia para o outro).

Molho de Laranja

. 150 ml de sumo de laranja
. 150 gr de açúcar granulado branco
. 150 ml de água
. 6 gr de agar agar (encontra-se nos hipermercados - eu comprei no continente)

Preparação

1. Levar ao lume o sumo, o açúcar e a água, até ferver.
2. Adicionar o agar agar e mexer bem até se dissolver.
3. Coar a mistura e levar ao frio até solidificar.
4. Triturar (usei a varinha mágica) e coar novamente, ficando um gel.






De realçar que esta pannacotta é bem docinha! Eu, que sou uma boca mais para sobremesas pouco doces, achei-a um pouco doce demais para mim. Para a próxima, diminuirei a quantidade de mel. Mas fica ao vosso critério. Experimentem primeiro esta versão e depois adaptam ao vosso gosto!

O molho corta um pouco o doce da pannacotta mas, para mim, poderá levar menos açúcar para o contraste ser ainda maior! Eu sei, sou uma pessoa de extremos :p

O ácido da laranja balança a doçura da pannacotta e a textura em gel confere-lhe robustez, podendo ser vertido na pannacotta sem se espalhar muito.

Para quem não encontrar agar agar, já encontrei algumas receitas na internet que usam a gelatina em pó, mas não sei dizer a proporção nem posso dizer que funciona.

Mas hoje em dia, já se encontra com razoável facilidade, da marca Vahiné.

O granulado branco que vêm nas fotos é crumble de chocolate branco. Em breve, mostro-vos como fazer ;)

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Apesar de me ter sido apresentada há poucos anos, sou uma fã incondicional de batata doce. Tanto que pondero plantar lá em casa, para ver no que dá!

Já vos apresentei a batata doce super sónica feita no microondas e os maravilhosos Gnocci de Batata doce. Desta vez, tentei rechear a batata com uma mistura deliciosa!

7#101 | Batata doce recheada com cogumelos, espinafres e queijo fresco

Ingredientes (para 4 pessoas)

. 2 batatas doces
. 1 queijo fresco pequeno
. 100 gr de cogumelos laminados (usei enlatados porque era o que tinha em casa, mas claro que frescos são bem melhores!)
. 100 gr de espinafres frescos
. 1 dente de alho picado
. Sal
. Pimenta
. Azeite
. Queijo ralado (usei queijo da ilha, mas podem usar o que preferirem, desde que derreta bem)

Preparação

1. Cozer as batatas até estarem suaves mas firmes.
2. Saltear os espinafres e os cogumelos em azeite e alho.
3. Cortar as batatas ao meio e, com cuidado, retirar parte do interior com o auxílio de uma colher.
4. Juntar o interior da batata esmagada aos espinafres e cogumelos.
5. Juntar o queijo fresco cortado em pedaços, e misturar.
6. Temperar e colocar a mistura dentro da concavidade das batatas.
7. Polvilhar o queijo ralado por cima e levar ao forno a 180º até gratinar.




Até o A., que não gosta lá muito de queijo, gostou desta refeição diferente! O espinafre liga muito bem com o sabor dos cogumelos e o doce da batata complementa o salgado do queijo fresco.

O facto de ir ao forno dá-lhe uma crosta deliciosa e crocante, que só torna este prato ainda melhor!

Numa próxima vez, quero testar a batata assada em vez de cozida, de modo a acentuar o seu sabor e a conferir-lhe um toque mais tostadinho.

Mas o resultado foi muito positivo e é, com certeza, um prato a repetir!

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E já vamos no post #100! Há quase dois anos que tenho este cantinho dedicado às minhas experiências na cozinha e, apesar de a audiência ainda ser pequenina, não me importo. É onde posso mostrar o que faço, os meus sucessos e falhanços.

Há receitas que correm maravilhosamente bem, outras nem tanto, mas e daí? Não é a Cozinha um cenário de altos e baixos? Então não desanimo e continuo!

O tempo não é muito e nem sempre me é possível apresentar uma receita por semana, mas o blog não pára!

Desta vez, uma receita tão simples, mas tão simples, que é temperar, pôr no forno e já está! Uma entrada maravilhosa!

#100 | Requeijão assado

Ingredientes

. 1 requeijão à vossa escolha
. Orégãos secos
. Azeite
. Malagueta seca picada
. Sal
. Pimenta


Preparação

1. Num tabuleiro de ir ao forno, temperar o requeijão com os restantes ingredientes.
2. Levar ao forno a 180º durante 10 minutos ou até estar firme e com o topo dourado.




Algum dia viram uma receita só com dois passos?? Já está!

O requeijão fica lindo apresentado na ardósia com a malagueta, devido ao contraste de cores. Mas atenção, com aquela quantidade de malagueta, o menino fica picantezinho! :p

A receita não tem quantidades porque depende muito do vosso gosto. Pessoalmente, para a próxima, coloco menos malagueta e mais orégãos, e deixo tostar um pouco mais. Como o topo estava recheadinho de sabor, tive receio de deixar queimar e tirei um pouco antes.

Mas ficou muito interessante! Servido só assim, está óptimo! Mas podem acompanhar com uns frutos secos, uns legumes salteados ou tomate seco.

Num daqueles dias mais preguiçosos mas que lhes apetece um miminho, olhem que entrada tão boa! :)

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Começam a abundar os dióspiros cá por casa. Apesar de não ser ainda na quantidade que costuma ser, já é bom ir tendo ideias para os aproveitar.
E para não testar novamente gelado de dióspiro (até porque agora estou sem arca...) decidi virar-me para um bolo.
Mas bolos de dióspiro há muitos. De dióspiro e abóbora é que não :) Há lá melhor forma que juntar o Outono num bolo?
E então decidi adaptar uma receita de bolo de dióspiro e ainda trocar a farinha por farinha de espelta.
Comprei 1kg  de farinha1050 (farinha quase integral, pelo que li) no Aldi para experimentar em qualquer coisa e foi mesmo aqui!
#99 | Bolo de Dióspiro, Abóbora e Farinha de Espelta
Ingredientes (para uma forma de 20 c,m)

. Polpa de 3 dióspiros maduros
. 600 gr de abóbora
. 250 gr de açúcar
. 1 ovo
. 2 colheres de sopa de manteiga derretida e arrefecida
. 300 gr de farinha de espelta
. 2 colheres de chá de fermento em pó


Preparação

1. Pré-aquecer o forno a 180º.
2. Cozer a abóbora descascada. Opcional: Podem tritura-la até ficar em puré (eu não o fiz).
3. Separar a gema da clara.
4. Juntar a gema, o açúcar e a manteiga, e mexer.
5. Adicionar a polpa dos dióspiros e a abóbora.
6. Juntar a farinha e o fermento, e envolver.
7. Bater a clara em castelo e envolver no preparado anterior.
8. Cozer em forma untada e com farinha, durante cerca de 35 minutos ou até o teste do palito sair limpo.




Para teste inédito, o resultado foi excelente!

Sim, ficou um pouco enqueijado, talvez devido à massa ser mais líquida com a presença da abóbora.

Mas eu gosto dele assim! E o sabor... Ai o sabor... É doce, mas sente-se a abóbora, sente-se o dióspiro, e combinam tão bem!

Tem um aspecto  maravilhoso e aqueles laivos avermelhados e alaranjados no meio da massa só o tornam ainda mais apetitoso ao olhar!

Eu, que sou "gulosa", adoro comer uma fatia com queijinho. Mas o A. come ao natural e está fã!

Quanto à farinha de espelta, como nunca tinha comido, não tenho ainda opinião formada sobre sabores e efeitos no bolo. Mas por enquanto, estou a gostar de a ter cá por casa.

Receita testada e aprovada cá por casa! :)

Testem nas vossas cozinhas e dêem-me o vosso feedback!
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No final do estágio, quis levar um bolo que agradasse a todos mas que eu pudesse fazer boa figura. Estamos a cozinhar para cozinheiros, a pressão é grande!

E, nas minhas pesquisas  para um bolo de chocolate fofinho, deparei-me com este bolo de cacau que parecia ser a solução perfeita para o meu dilema!

Além disso, o cacau em pó sem açúcar é relativamente fácil de encontrar em Londres e é bem mais barato que cá! Por isso, depois de correr tão bem por lá, ainda trouxe cacau para Portugal para replicar aqui este sucesso.

#98 | Bolo Mousse de Cacau

Ingredientes (para uma forma de 20 c,m x 30 cm)

. 438 gr de farinha de trigo sem fermento
. 500 gr de chocolate granulado branco
. 188 gr de cacau em pó sem açúcar
. 1 e 1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
. 1 pitada de sal
. 2 ovos
. 250 ml de buttermilk (ou 1 colher de sopa de vinagre de vinho branco + 235 ml de leite, deixando descansar 10 minutos até espessar)
. 125 gr de manteiga derretida
. Aroma de baunilha q.b.
. 250 ml de água a ferver


Preparação

1. Pré-aquecer o forno a 180º.
2. Untar e colocar papel vegetal na forma.
3. Misturar a farinha, açúcar, cacau, bicarbonato de sódio e sal.
4. Adicionar os ovos, buttermilk ou a mistura de leite + vinagre, manteiga derretida e baunilha.
5. Bater bem até a mistura ficar suave e homogénea (podem bater à mão ou com a batedeira).
6. Com uma espátula, envolver a água a ferver na mistura anterior.
7. Cozer durante 35 min ou até o teste do palito sair limpo.
8. Deixar arrefecer cerca de 15 minutos antes de desenformar.









Das duas vezes que fiz, em fornos diferentes, com marcas de ingredientes diferentes, ficou maravilhoso!

A sua textura é super fofa e cremosa, daí ser um bolo-mousse.

Tem um exterior crocante, mas o seu interior derrete na boca. Não se preocupem com a cor tão escura, é devido ao cacau.

A água a ferver e o buttermilk ajudam na fofura do bolo e o cacau confere-lhe um sabor rico, intenso e não muito doce.

Como podem ver, é um receita que rende bastante quantidade. Podem dividir a receita por metade, por exemplo, mas não posso garantir o mesmo sucesso, pois nunca testei. Em breve, vou testar uma dose individual e dir-vos-ei como ficou.

É dos melhores bolos de "chocolate" que já comi e recomendo a todos a testarem em casa. É sucesso garantido!

E hoje que está a chover... Façam um chá, embrulhem-se numa manta, vejam uma série no Netflix e desfrutem deste fantástico bolo!

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Marta Martins
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