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  Sabor de Bolso

É oficial, acho que vou engordar neste curso. Isto de provar aqui, provar ali... Bolas, uma pessoa nem se dá conta!

E com isto, vêm as avaliações intermédias e finais que nos metem a testar coisas em casa e, claro, a provar.

Uma pessoa lá faz o esforço (mas porque é que gosto tanto de me esforçar?) e agora a cozinha é um laboratório de experiências.


#47 | Bolachas de Manteiga e Limão

Ingredientes (para cerca de 30 bolachas médias - consoante o tamanho e espessura que fizerem)

. 125 gr de manteiga sem sal, à temperatura ambiente (aconselho a amolecerem-na ligeiramente para ser mais fácil de misturar)
. Sumo de 1 e 1/2 limão
. Raspa de 1 limão
. 300 gr de açúcar granulado branco
. 1 ovo
. 1 colher de chá de aroma de baunilha
. 250 gr de farinha sem fermento
. 1/2 colher de chá de fermento em pó
. 1 pitada de sal fino


Preparação

1. Pré-aquecer o forno a 180º.
2. Num tacho pequeno e a lume médio, levar o sumo de limão a cozinhar, até reduzir para metade.
3. Adicionar metade da manteiga ao sumo e mexer até derreter. Retirar do lume.
4. Numa taça larga, misturar a farinha, o fermento e o sal. Reservar.
5. Noutra taça, misturar o açúcar com a raspa de limão.
6. Adicionar a outra metade de manteiga e bater, em velocidade média, até ficar uma mistura homogénea e esbranquiçada.
7. Adicionar o ovo e a mistura da manteiga e sumo de limão. Continuar a bater até a massa ficar mais clara.
8. Adicionar a baunilha.
9. Reduzir a velocidade da batedeira e adicionar a mistura da farinha, aos poucos. (Eu acabei por acabar de misturar à mão, porque me era mais fácil).
10. Levar a massa ao frigorífico cerca de meia hora, embrulhada em película aderente.
11. Num tabuleiro forrado com papel vegetal, colocar pequenas bolas da massa.
12. Achatar com a base de um copo enfarinhada (para não colar à massa) até terminar a massa.
13. Levar ao forno durante cerca de 10 minutos ou até ficarem com as bordas douradas.

Aviso: Para pessoas que não apreciam o pontapé que o sabor do limão nos dá, não reduzam o molho, pois vai acentuar ainda mais o seu sabor.




Eu, que adoro limão, pus ainda mais limão que na receita original. E para mim está top! Não estão doces em demasia e o limão está por todo o lado. Não são as bolachas mais bonitas mas, em vez de fazerem como está na receita, estendam a massa numa superfície enfarinhada e depois cortem co cortadores de bolachas. Vão ver que ficam (ainda) mais bonitas (Vai ser o meu próximo passo).

Acompanham muito bem um cházinho ou um leite quente, a um lanche de sábado à tarde, a ver a chuva a cair, com os pés à lareira, de pijama e manta enrolada... Hummm, tão bom!

Não digam a ninguém, mas é exactamente isso que está a acontecer cá por casa :)

Sabor de Bolso
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Aos domingos, é usual haver sessão de cinema cá por casa (muitas vezes é mais o A. a ver e eu a dormir a reflectir profundamente sobre o filme).

E há muito tempo que não se fazia um snackzinho digno de se comer durante o cinema.

Qual a primeira ideia? Pipocas, claro.

Mas a preguiça ganhou-nos e não nos apetecia ir sujar um tacho com óleo, depois outro com caramelo... Hum, não...

Então, recorreu-se ao nosso amigo microondas que, como sempre, nos dá uma alternativa rápida para estas ocasiões!


#47 | Pipocas com Caramelo de Microondas

Ingredientes

. 5 colheres de sopa de milho para pipocas
. 5 colheres de sopa de água
. 4 colheres de sopa de manteiga (preferencialmente sem sal)
. 4 colheres de sopa de Xarope de Milho (usei este, que foi o único até agora que encontrei)
. 1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
. 1 colher de chá de aroma de baunilha


Preparação

1. Numa taça alta e larga que possa ir ao microondas (usei de cerâmica), levar a água mais as pipocas ao microondas em potência máxima (o meu é de 900W), até que todos os grãos tenham estourado.
2. Noutra taça das mesmas características, misturar os restantes ingredientes e levar ao microondas, em potência máxima, durante 3 minutos, mexendo a cada minuto.
3. Misturar com as pipocas.

E é só isto! Nada mais simples que isto.

Este caramelo não é dos que solidifica tipo pedra. Pelo contrário, durante todo o tempo que estivemos a comer as pipocas, ele apenas estava peganhentozinho, coladinho às pipocas, tão bom... Isto acontece devido ao bicarbonato de sódio e ao xarope de milho, que impedem que o caramelo cristalize e endureça. Eu sei que o xarope de milho não é fácil de encontrar. Eu encontrei nas lojas Clarel, em Coimbra. Vou tentar descobrir se há substituto. Ou se vocês souberem, comuniquem!

Nos ingredientes, coloquei manteiga preferencialmente se sal, porque usei com sal (era o que havia cá em casa) e, apesar de ficar tipo caramelo salgado, não era o meu objectivo na altura. Mas já sabem, querem caramelo salgado? Usem manteiga com sal!

Para o meu gosto, ficou ligeiramente docinho demais (porque eu sou pessoa é de salgados, charcutaria, presunto!), mas satisfez-me (e bem!) o desejo que eu tinha na altura de um pequeno pecado docinho. Para a próxima, vou experimentar reduzir o açúcar, já que o próprio xarope de milho também já é doce.


Peço desculpa pela qualidade da foto, mas já eram 10 da noite e, com telemóvel (e a pressa de provar), não saiu nada de espectacular...

Experimentem aí por casa e venham de lá essas fotos das belas pipocas dignas de tapete vermelho!


Sabor de Bolso
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É oficial,  a reviravolta na temperatura deu-se no último fim de semana. Sejam bem vindos sobretudos, cachecóis e gorros.

Mas não é isso que nos vai impedir de ter um pequeno momento de verão cá por casa.
Os dióspiros começam a abundar cá por casa e começam as experiências.  Eu adoro dióspiro ao natural, mas porque não comê-lo de outra maneira?

Sabem aqueles dias à frente da lareira com um brownie de chocolate acabado de fazer, e uma mega bola de gelado? Pois bem, é aqui que comeca a festa do dióspiro!


#46 | Gelado de Dióspiro

Ingredientes

. 4 dióspiros (dos moles)
. 200 ml de natas
. 60 gr de açúcar (podem ajustar consoante a doçura da fruta)
. 1 gema


Preparação

Importante: Colocar a cuba da máquina de gelados no congelador, pelo menos, 24 horas antes.
1. Bater a gema com o açúcar até ficar uma mistura esbranquiçada.
2. Juntar a polpa esmagada de dois dióspiros e envolver.
3. Adicionar as natas e mexer (eu utilizei a varinha mágica para ficar com uma mistura uniforme).
4. Adicionar a polpa dos outros dois dióspiros e envolver apenas, para que se notem os pedaços.
5. Colocar na máquina de gelados até ter a consistencia desejada (na minha demorou cerca de 45 minutos).



Para quem gosta de diospiros, o sabor está la! Fica super docinho, apesar do pouco açúcar que levou.

É um gelado cremoso, mas ainda não chega (nem de perto!) aos gelados italianos. Caramba se eu não hei-de aprender como fazem!

Não se esqueçam de que, para o servir, o devem retirar cerca de 15 a 20 minutos antes do congelador. Senão, não vão conseguir fazer bolas de gelado e só vão sentir o "sabor" a frio!

Agora imaginem este gelado com uma calda de chocolate quente por cima,  à frente da lareira com uma mantinha...  hummm :)


Sabor de Bolso
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Antes de mais, lamento a ausência do blog. Mas isto de ter começado a estudar trocou-me as voltas ao sistema e não tem sido fácil voltar.

Mas aqui estou eu.

Desta vez com uma interpretação deste Outono quentinho que por aqui anda (uuuh olha ela, com interpretações).

As cores acastanhadas e alaranjadas desta estação fizeram-me andar a pensar cá por casa em ingredientes que tivessem algumas destas cores e que funcionassem bem em conjunto.

E saiu esta receitinha!


#45 | Outono (Arroz de Passas, Porco em Laranja, Redução de Vinagre Balsâmico e Cenouras Glaceadas)

Ingredientes (para 2 pessoas)

. 3 bifanas de porco pequenas, cortadas em tiras
. 1 colher de sopa de manteiga (para a carne)
. 1 caneca de Arroz vaporizado
. 2 canecas de água ou caldo de legumes
. 1 mão cheia de passas (usei douradas)
. 1 chalota picada
. Azeite para o arroz
. Raspa e sumo de uma laranja
. 4 cenouras médias, cortadas em tiras largas (usei um descascador para as fazer)
. 50 gr de margarina
. 2 colheres de sopa de mel (para as cenouras)
. 2 colheres de sopa de água (para as cenouras)
. 200 ml de vinagre balsâmico
. 50 ml de mel (para a redução)
. 3 grãos de pimenta (para a redução)
. Sal, pimenta e tomilho q.b.

Preparação

1. Marinar a carne num terço do sumo de laranja, sal e pimenta. Reservar.
2. Num tacho em lume médio, refogar a cebola e adicionar as passas, deixando fritar um pouco.
3. Adicionar o arroz e deixar fritar mais um pouco, mexendo ocasionalmente.
4. Juntar a água e deixar cozer até a água (ou o caldo) secar. Reservar.
5. Numa frigideira, levar a manteiga a derreter e adicionar a carne. Deixar fritar um pouco.
6. Adicionar a marinada da carne e deixar cozer tapado, até a carne estar cozinhada. Reservar.
7. Na mesma frigideira da carne (já sem a carne e limpa com um guardanapo ou papel aderente - há que poupar no detergente), colocar a outra manteiga a derreter.
8. Adicionar tomilho a gosto, a raspa e o restante sumo da laranja, o mel e a água. Deixar cozinhar um minuto.
9. Juntar as cenouras o mais uniformemente possível (de modo a ficarem cobertas pelo molho) e temperar de sal e pimenta.
10. Tapar a frigideira e deixar cozer durante 15 a 20 minutos ou até as cenouras estarem tenras.
11. Destapar a frigideira e deixar cozinhar durante mais 5 minutos ou até o molho ter reduzido e as cenouras estiverem caramelizadas (se necessário juntar um pouco de água ou sumo de laranja). Reservar.
12. Levar o vinagre balsâmico com os grãos de pimenta a lume baixo, deixando reduzir até cerca de metade do seu volume.
13. Adicionar o mel, mexer bem e deixar reduzir novamente até cerca de metade do volume.
14. Coar e deixar arrefecer durante, pelo menos, meia hora (a redução irá ficar espessa).

Ui, tantos passos, tanta coisa!

Nada disso. Os ingredientes (a maior parte) devem andar aí por casa e, depois de experimentarem a receita, vão ver que a coisa até é simples.







Para mim, os sabores casam muito bem, pois há o doce da laranja e das cenouras com o agridoce do vinagre balsâmico e o mais salgado do arroz.

O arroz também adiciona textura pois, sendo o vaporizado, fica mais solto e crocante, que vem contrastar com as cenouras mais molinhas. Atenção que as cenouras ficam mesmo docinhas e, se não gostarem de mel, substituam por açúcar mascavado. O mesmo se aplica ao vinagre balsâmico mas, neste caso, eu não testei (nesse caso, dou-vos permissão de irem cuscar outros blog culinários :p)

Espero que esta minha interpretação do Outono vos tenha agradado e vamos lá ver se o Inverno aparece!

Sabor de Bolso
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Estão a ver aqueles ingredientes que compram para um dia experimentar e ficam lá por casa durante séculos e séculos, e depois ou passa a validade ou ainda vão a tempo de o desenrascar nalguma coisa?

Tinha aqui uma lata de leite condensado nesses termos. Não que não me apetecesse já a ter comido à colher, mas consegui resistir à tentação.

Todos os dias olhava para ela e pensava que raio havia de fazer com ela, que não fosse baba de camelo.

E pus-me à procura. E surgiu esta pannacotta de leite de condensado, que trouxe a amiga de café, para a festa!


#44 | Duo de Pannacotta de Café e Leite Condensado

Ingredientes (para 2 Pannacottas)

. 400 ml de natas de sobremesa
. 2/3 de uma lata pequena de leite condensado
. 30 gr de açúcar
. 2 colheres de chá de café instantâneo solúvel
. 9 gr de gelatina em pó neutra
. 40 ml de água
. aroma de baunilha q.b.
. 2 quadrados de chocolate com avelãs (opcional)

Preparação

1. Numa panela em lume brando, juntar as natas, o leite condensado, a baunilha e o açúcar.
2. Mexer até o açúcar se dissolver e deixar fervilhar um pouco.
3. Retirar do lume e deixar os sabores infundirem durante 10 minutos.
4. Dividir a mistura ao meio e adicionar o café numa delas.
5. Levar ao lume a mistura de café, mexendo até o café se dissolver e deixar fervilhar um pouco.
6. Reservar uns minutos para os sabores infundirem.
7. Reservar a mistura de leite condensado no frigorífico, coberta com película aderente,
8. Dividir a quantidade de gelatina ao meio.
9. "Polvilhar" por cima metade da quantidade de água. Reservar por 5 minutos até a gelatina ter absorvido a água toda,
10. Levar a gelatina ao microondas em potência máxima durante 10 segundos, até derreter.
11. Adicionar a gelatina à mistura do café e mexer até dissolver.
12. Colocar em copos ou taças (eu usei copos de vinho) e levar ao frigorífico entre 4 a 6 horas ou até ficar firme, tapando com película aderente.
13. Repetir os procedimentos 9, 10 e 11 para a outra metade da gelatina.
14. Adicionar a gelatina à mistura de leite condensado e mexer até dissolver.
15. Colocar por cima da camada de café nas taças já usadas e levar ao frigorífico entre 4 a 6 horas ou até ficar firme, tapando com película aderente.
16. Opcional: Picar o chocolate com avelãs e polvilhar por cima das pannacottas.





Para quem não gosta do sabor a café com leite, comi a pannacotta toda! Como o doce da camada de leite condensado disfarça o sabor a café com leite da camada de café, foi todinho!

Os sabores ligam muito bem e a textura é uma textura cremosa, um pouco firme, mas não tipo gelatina. A camada de café não fica tão doce como a do leite condensado, o que corta o doce da outra camada e faz uma excelente sobremesa.

O chocolate com avelã foi usado como elemento de textura, para contrastar com a suavidade da pannacotta. Em vez do chocolate com avelã, podem colocar grãos de café picados ou frutos secos picados simples ou até caramelizados.

Parece muito complicada de fazer, com tantos passos mas, acreditem. É extremamente simples de fazer. Só demora um pouco a estar pronta, pois o tempo que está no friorífico é essencial para o sucesso da receita.

Mas vão pelo que vos digo: Vale bem a pena a espera!

Quanto ao último terço da lata que sobrou... Se pecarem como eu, ninguém vai ver!

Sabor de Bolso
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Quase que não comi caldo verde durante todo o Verão. Eu sei, é um sacrilégio. E no outro dia, dei por mim a reflectir sobre isso...

E a vontade de um caldo verde quentinho com umas rodelinhas de chouriça, veio-me à mente.

Conclusão: Fiquei com fome de um caldo verde :)

Mas não tinha batatas em casa e, honestamente, não me apetecia ir comprá-las, até porque há alternativas bem melhores para o efeito. E então, levantei o rabiosque do sofá e fui sim à compra de courgettes!


#43 | Caldo Verde Fit

Ingredientes

. 2 e 1/2 courgettes médias em pedaços
. 2 cebolas pequenas (usei chalotas) picadas
. 2 dentes de alho picados
. Couve em tiras fininhas (usei um pacote de couve já pronta)
. Chouriça e azeite q.b.
. Água ou caldo de legumes


Preparação

1. Numa panela ao lume, adicionar o azeite e deixá-lo aquecer.
2. Colocar a cebola e o alho e deixar refogar, de modo a ganhar cor, mas sem queimar.
3. Adicionar a courgette e a chouriça e deixar cozinhar um pouco.
4. Adicionar água ou caldo de legumes até cobrir os legumes e deixar cozer.
5.Após a cozedura, retirar a chouriça e triturar tudo com a varinha mágica.
5. Juntar a couve e deixar cozer em lume médio, indo mexendo regularmente para o creme não pegar e queimar.
6. Adicionar a chouriça em pedaços e um fio de azeite, ao servir.




Bem, que memória do verão! Sá faltava mesmo a sardinha assada!

O creme espesso (eu gosto dele com mais substância) com a couve ainda meia crocante (não aprecio a couve muito cozida) e o sabor tão característico da chouriça, fizeram-me sorrir.

Fica um caldo verde mais escuro por causa de a chouriça ter refogado e cozido com os legumes. Se quiserem o caldo mais claro, basta não fazerem esses passos da receita.

É uma alternativa muito mais saudável que o caldo verde tradicional, pois não tem batata e a courgette é uma excelente fonte de nutrientes e água.

Não compromete em nada o sabor e aconchega o estômago tão bem como o tradicional.

Se quiserem uma receita ainda mais fit, basta não utilizarem a chouriça. Mas eu essa não posso dispensar, é a alma gémea do caldo verde! :)

Sabor de Bolso
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Eu não sou muito de compotas e doces em pão. As minhas sandes tendem mais para o queijinho e presunto.

Mas, após a aprovação da Compota de Figo e Pêra pelo A., tinha de a aproveitar em mais receitas. Já que me dei ao trabalho, há que a fazer render!

#42 | Cheesecake de Figo e Pêra

Ingredientes (para 3 cheesecakes individuais)

Base

. 100 gr de farinha de aveia (usei 100gr de flocos finos e triturei com a varinha mágica)
. 25 gr de manteiga derretida


Segunda Camada

. 250 gr de queijo quark (usei 20% de gordura do lidl)
. 1 colher de sopa de açúcar amarelo
. 4 folhas de gelatina
. 1 colher de chá de aroma de baunilha


Cobertura

. Compota de figo e pêra


Preparação

1. Hidratar as folhas de gelatina em água, conforme as instruções da embalagem.
2. Misturar a farinha de aveia com a manteiga até ficar uma pasta.
3. Colocar a mistura anterior nas formas e pressionar bem para ficar uma base compacta.
4. Numa taça, misturar o queijo quark, o açúcar e a baunilha.
5. Espremer bem as folhas de gelatina e dissolver no leite quente.
5. Adicionar a mistura anterior à mistura do queijo quark.
6. Verter para as formas com a base de aveia e levar ao frigorífico até solidificar (eu coloquei película aderente por cima, para não criar uma camada de nata por cima).
7. Colocar a compota de figo e pêra por cima do cheesecake.
8. Levar ao frigorífico até servir.







Tal como o risotto, esta foi a primeira experiência de cheesecakes cá por casa. E foi uma experiência muito positiva.

A camada de queijo não está muito doce, deliberadamente, pois como a compota já é docinha, assim não ficamos com uma overdose de açúcar.

Quase que me lembrou uma pannacotta (não sei muito bem como, visto que os ingredientes são diferentes!), mas estava mesmo bom!

É um cheesecake firme, pelo que se o preferirem mais mole, basta reduzirem a quantidade de gelatina. Mas isso eu não testei!

O queijo quark pode ser substituído por queijo creme (daquele tipo philadelphia), mas o quark serve muito bem!

E, mais uma vez, não, não sabe a queijo...

Caso tenham compotas lá por casa e não sabem que lhes fazer, aqui está uma boa ideia para as usar!

Boas sobremesas!

Sabor de Bolso
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Marta Martins
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. Pasteleira de ♡ .

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