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  Sabor de Bolso

Ao tempo que eu queria experimentar rechear peito de frango, mas nunca tinha calhado.

Aproveitei uma folga para me dedicar à coisa.

E tanto que me apetecia comer mozzarella! :)

No supermercado, tinha visto maracujá baratinho e levei para casa sem pensar duas vezes. Comi um (bem bom!) e depois pensei no que fazer com o restante.

Frango e maracujá? Parece-me perfeito!

#88 | Peito de Frango recheado com Mozzarella, Tomate tricolor e Espinafres, e Molho de Maracujá

Ingredientes

. 2 peitos de frango
. 1 bola de mozzarella
. 1 mão cheia de espinafres
. 3 tomate pequeninos (tipo cherry)
. 2 Maracujás maduros
. 2 colheres de sopa de manteiga
. 1 colher de sopa de açúcar (ou a gosto)
. Azeite


Preparação

1. Pré-aquecer o forno a 170º.
2. Fazer uma incisão nos peitos de frango, sem cortar até ao fim, de modo a criar um bolso.
3. Rechear com a mozzarella cortada em fatias, os espinafres e o tomate em rodelas. Fechar com a ajuda de palitos.
4. Levar ao forno durante cerca de 25 a 30 minutos, ou até o frango estar cozinhado.
5. Retirar a polpa do maracujá.
6. Numa frigideira em lume médio, derreter a manteiga e adicionar o maracujá.
7. Adicionar o açúcar e deixar cozinhar até ficar homogéneo e meio caramelizado.





O queijo derretido, misturado com o sabor do frango, a acidez do tomate, o sabor dos espinafres... Hummmm que combinação poderosa!

O frango fica suculento, mas coradinho. O tomate ajuda à cor e a dar frescura ao prato. Os espinafres são mais outro nível de sabor.

O maracujá vem cortar a untuosidade e riqueza da mozzarella, assim como dá mais um nível de doçura. Nunca tinha experimentado esta combinação e é algo que vou, definitivamente, voltar a fazer! Fica mesmo bom!

Servido com um arroz árabe, é uma excelente opção para um almoço de verão!

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O microondas consegue ser o nosso melhor amigo em alturas preguiçosas.

Estava a apetecer-me jantar, mas não me estava a apetecer ter grande trabalho.

E então lembrei-me de que tinha lido em muito lado da net que a batata doce no microondas ficava fixe.

Decidi experimentar, mas com algum tempero à mistura!

#87 | Batata Doce no microondas

Ingredientes

. 2 batatas doces médias
. Manteiga (usei com sal)
. Açúcar mascavado escuro


Preparação

1. Cozer a batata doce com pele no microondas, durante 6 minutos ou até ficar tenra ao toque.
2. Cortar ao meio e fazer pequenas incisões.
3. Polvilhar a manteiga e o açúcar por cima.
4. Levar ao microondas por 30 segundos.






E é só isto! MESMO!

Têm uma entrada ou um acompanhamento à velocidade da luz.

Eu gosto do contraste entre o salgado e o doce, por isso usei a manteiga e o açúcar. Mas podem optar por outras coisas, como azeite, ervas, molhos... As possibilidades são infinitas!

Quem é amigo, quem é?

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Mais uma experiência por terras londrinas.

Eu gosto muito de bolbo de aipo, mas em Portugal é caríssimo. Aqui encontra-se a preços bem mais acessíveis e, assim, dá para ir experimentando.

Estava com saudades de uma sopa (eles aqui não parecem saber muito o que isso é...) e então pus mãos à obra!

#86 | Creme de bolbo de aipo

Ingredientes

. 1 bolbo de aipo médio cortado em pedaços
. 1 cebola média picada
. 150 ml de natas
. Água
. Azeite
. Sal


Preparação

1. Numa panela em lume médio, refogar a cebola e o aipo no azeite, até estarem ligeiramente corados e mais macios.
2. Juntar água suficiente para cobrir os legumes.
3. Deixar cozer os legumes até estarem bem cozidos e bem macios.
4. Triturar tudo e voltar a pôr ao lume.
5. Adicionar a natas e deixar cozer 1 minuto, sem deixar ferver muito as natas. Temperar.





Atenção que, para quem não conhece, o sabor do aipo é muito intenso.

Eu, pessoalmente, gosto bastante mas ficam já avisados!

O creme fica muito saboroso, de cor térrea devido ao refogado, e cremoso.

Polvilhei por cima orégãos secos por cima só naquela de experimentar, e não ficam nada mal!

Para os dias menos quentes (que aqui estão), é uma óptima sugestão de refeição, acompanhado de umas tostinhas!

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Sim, maaaais uma pannacotta.

Mas desta vez para utilizar produtos que não encontramos tão facilmente em Portugal ou que são um pouco mais caros.

Falo-vos do Buttermilk e do Ruibarbo.

O buttermilk nada mais é que o soro resultante da produção da manteiga. Tem um sabor mais ácido.
Em Portugal nunca encontrei à venda, mas pode substituir-se pela mesma quantidade de leite com umas gotas de limão ou vinagre (a proporção é de uma colher de sopa para uma chávena de leite).

O ruibarbo é uma planta comestível utilizada não só em pratos salgados como também em sobremesas.
Ainda só encontrei à venda na Makro e aqui, incrivelmente, ainda não encontrei ruibarbo fresco. Só enlatado. E vai ser esse o usado na receita, à falta de melhor.

#85 | Pannacotta de Buttermilk com Compota de Ruibarbo

Pannacotta

Ingredientes (para 8 pannacottas individuais)

. 80 ml de água morna´
. 3 colheres de chá de gelatina em pó neutra
. 220 gr de açúcar granulado branco
. 250 ml de natas
. 2 colheres de chá de aroma de baunilha
. 375 ml de leite (usei gordo)
. 375 ml de buttermilk


Preparação

1. Colocar a gelatina na água durante 10 minutos.
2. Num tacho em lume médio, colocar as natas, o açúcar e a baunilha. Mexer para dissolver e até ferver.
3. Adicionar a mistura da gelatina e mexer até dissolver. Retirar do lume.
4. Coar a mistura e adicionar o leite e o buttermilk.
5. Distribuir pelas formas e levar ao frio durante 3 ou 4 horas, ou de um dia para o outro.


Compota de Ruibarbo

Ingredientes 

. 150 gr de ruibarbo em lata, escorrido
. 2 colheres de sopa de açúcar granulado (ou a gosto)
. 1/2 chávena de água


Preparação

1. Colocar todos os ingredientes num tacho e, em lume médio brando, cozinhar até tudo estar bem misturado e cozido.
2. Triturar e deixar arrefecer em frascos no frigorífico.
3. Servir com a pannacotta.





A cor não é a mais espectacular, porque o ruibarbo enlatado é meio acastanhado. O fresco fica avermelhado e muito mais bonito.

A pannacotta, apesar de ter o buttermilk mais ácido, fica bem docinha. Tem a textura certa, firme mas não borracha, e derrete na boca... hummmm :)

Combina muito bem com a acidez da compota de ruibarbo, tornando-se uma mistura de sabores bem interessante.

A pannacotta pode ser servida com outro outro molho ou compota, por isso toca a experimentar!

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Eu adoro gnocchi.

Desde que provei os tradicionais numa aldeia perto de Módena, aquelas pequenas nuvens fofos, como um aconchego na boca... Que nunca mais saíram da minha cabeça!

Desta vez, apresento uma versão diferente da tradicional, substituindo a batata comum pela batata doce.

E não fica nada atrás!

#84 | Gnocchi de Batata Doce

Ingredientes

. 2 batatas doces grandes com pele
. 2 chávenas de farinha sem fermento
. 2 colheres de chá de sal


Preparação

1. Cozer a batata doce em água com sal até estarem tenras e macias.
2. Misturar o sal com a farinha.
3. Numa superfície enfarinhada, colocar a farinha e fazer um buraco no centro.
4. Quando as batatas já estiverem frias o suficiente para se manusearem, retirar-lhes a pele e passá-las pelo passe-vite (eu não tenho passe-vite aqui em Londres, por isso amassei à  mão).
5. Juntar a batata à farinha e amassar tudo até ficar uma massa homogénea. No fim, a mistura não deve colar-se aos dedos.
6. Moldar a massa num rolo fino e comprido e cortar pequenas porções de +/- 6mm de espessura.
7. Passar as porções por farinha para não se colarem umas às outras.
8. Num tacho com água a ferver e sal, colocar os gnocchi a cozer. Assim que flutuarem, estão prontos!
Opcional A: Eu salteei-os depois em manteiga e ervas, mas podem comê-los tal como saem do tacho.
Opcional B: Podem mantê-los sem cozinhar no frigorífico até três dias e podem congelá-los também!







A textura dos gnocchi não está igual aos dos gnocchis de Módena, mas não ficam nada atrás!

A textura fica densa mas leve. Se estiver tipo borracha, algo correu mal (possivelmente farinha a mais).

Acreditem, eles ficam prontos em segundos! Mal flutuarem, tirem logo!

Acompanharam um frango no forno que ficou maravilhosamente bom!

Vêem? Não é assim tão difícil fazer estas almofadinhas de sabor :)

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Mesmo estando em Londres, o blog não pode parar.

Tenho a sorte de ter uma cozinha super funcional à disposição e, de vez em quando, posso ir inventando.

Desta vez, veio a eterna questão: O que fazer com apenas uma banana?

Podia comê-la (óbvio), mas porque não fazer algo diferente?

Aproveito para ir experimentando produtos que são mais difíceis de encontrar em Portugal ou são mais caros lá, como o caso do açúcar mascavado claro e das pepitas de chocolate branco.

O "pão de banana" é um bolo americano que surgiu na década de 30, devido à Grande Depressão.
Com a escassez de alimentos, tudo era essencial. Nenhum alimento era desperdiçado, nem mesmo uma banana já demasiado madura.

A existência das bananas maduras, com a massificação da produção e venda dos fermentos, deram origem a esta alternativa ao pão comum.

#83 | Banana Bread

Ingredientes (para 1 forma de bolo inglês)

. 63 gr de manteiga
. 250 gr de açúcar mascavado claro (podem substituir por açúcar amarelo)
. 1 banana esmagada
. 1 colher de sopa de leite (usei magro)
. 1 ovo
. 1 pitada de sal
. 250 gr de farinha sem fermento
. 1 colher de chá de fermento em pó
. Pepitas de chocolate branco (opcional) (podem substituir por chocolate branco picado)


Preparação

1. Pré-aquecer o forno a 175º/350F. Untar uma forma de bolo inglês com manteiga e farinha.
2. Numa caçarola, derreter a manteiga com o açúcar. Reservar uns minutos.
3. Adicionar a banana, ovo e o leite. Mexer até combinar.
4. Juntar a farinha, fermento e o sal. Misturar até ficar homogéneo. Incorporar as pepitas de chocolate branco.
5. Levar a cozer durante 40 a 45 minutos ou até a massa estar cozida, fazendo o teste do palito. Se começar a dourar depressa demais, tapar com folha de alumínio.
6. Desenformar frio.





Apenas uma banana e tem tanto sabor! o sabor caramelizado do açúcar mascavado liga muito bem com a banana. As pepitas de chocolate branco são completamente opcionais: Vêm apenas adoçar e dar mais uma camada de sabor. Se não gostarem, não usem.

Fica com uma consistência densa, mas não massuda. Um sabor leve e intenso a banana.

Para adoradores desta fruta como eu, de certeza que vão adorar!

Uma opção para aqueles dias preguiçosos mas gulosos! :)

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Chegou o dia. O dia de sair de casa, de partir para uma nova aventura: Um estágio fora do país.

É a primeira vez que saio de casa durante tanto tempo e para tão longe. As despedidas foram emocionadas, mas breves que assim custa menos.

Durante a primeira semana, foi a saga de encontrar casa. Não foi fácil, mas o destino sorriu-me e tive a sorte de ficar numa casa com um casal português, super simpático e super acolhedor.

Como agradecimento, pus mãos à obra e, com os recursos que havia, saiu um bolo!

#82 | Bolo de Laranja e Iogurte

Ingredientes (para 1 forma de bolo inglês)

. 150 gr de açúcar granulado branco
. 250 gr de iogurte natural (usei grego)
. 6 colheres de sopa de óleo
. 2 ovos à temperatura ambiente
. 1 colher de chá de aroma de baunilha
. 2 colheres de sopa de sumo de laranja, acabado de espremer
. raspa de 1 laranja
. 200 gr de farinha sem fermento
. 1 colher de chá de fermento em pó
. 1 pitada de sal


Preparação

1. Pré-aquecer o forno a 175ºC/350F.
2. Untar uma forma de bolo inglês com manteiga e farinha.
3. Numa taça, misturar o açúcar, iogurte, óleo ovo, baunilha, sumo de laranja e a raspa. Misturar até ficar homogéneo.
4. Peneirar a farinha, o fermento e o sal para a mesma taça e mexer até incorporar.
5. Cozer o bolo entre 40 a 45 minutos ou até a massa estar cozida, verificando com o teste do palito.
OBS.: Se começar a dourar muito depressa, tapar com folha de alumínio.



É um bolo muito aromático,não muito doce, mas saboroso!

Fica um bolo baixinho, super amarelinho, que até dá gosto olhar!

Fica aqui uma receita super simples de um bolo super bom!

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Marta Martins
. Cozinheira de profissão .
. Pasteleira de ♡ .

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